Perguntas Frequentes

DIABETES   |   NUTRIÇÃO   |   PEDIATRIA

Diabetes

Não é só. O excesso de açúcar na alimentação pode contribuir para a diabetes, no entanto, fatores como histórico familiar e sedentarismo entram na lista de “impulsionadores” da diabetes. 

Também o excesso de peso ou obesidade e os maus hábitos alimentares são fatores a considerar. 

Os gatos e cães também podem desenvolver o diabetes tipo 1 e tipo 2. Os sintomas são parecidos com os dos humanos: perda de peso, aumento no apetite, ingestão de água e maior frequência urinária. 

Sim. Essa tendência advém dos malefícios do açúcar em excesso no sangue, que promovem a inflamação e a infeção. As complicações orais mais frequentes incluem problemas como gengivite, periodontite, boca seca ou outras infeções fúngicas, vulgarmente conhecidas como «sapinhos». Se sofre de diabetes tome medidas preventivas no cuidado da higiene oral. 

Segundo um estudo publicado na revista médica The Lancet pessoas que tiveram covid-19 correm maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 do que aquelas que não se contaminaram. No estudo foram avaliados registos de mais de 181 mil pacientes nos Estados Unidos, diagnosticados com infeções por coronavírus entre 1º de março de 2020 e 30 de setembro de 2021. Os pesquisadores calcularam que as pessoas diagnosticadas com covid-19 tinham 46% mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 pela primeira vez ou de precisar receber medicamentos prescritos para controlar o açúcar no sangue.

Quando uma mulher tem diabetes na gravidez não implica que fique diabética.

Após 3 meses do parto deve fazer análises e seguir as indicações do médico.

Nutrição

Sim. Os pacientes veganos devem ter atenção à toma apropriada de proteínas, vitamina B12, creatina, ferro e carnosina, uma vez que são nutrientes mais abundantes ou biodisponíveis em alimentos de origem animal.

Com o acompanhamento profissional, é totalmente possível ajustar os nutrientes e suplementos que favorecem o desempenho desportivo em indivíduos que optem pelo estilo de vida plant-based.

Alguns hábitos alimentares, como o excesso de açúcar (principal substrato da C.albicans), alimentos fermentados como pães, carboidratos refinados e simples, excesso de queijos, leite e bebidas alcoólicas promovem o crescimento do fungo e contribuem para a persistência dos sintomas da candidíase feminina, como comichão e irritação vaginal.

Além disso, o uso frequente de antibióticos corrobora para a incidência da candidíase, já que reduz a proteção da flora vaginal e permite a colonização por espécies de Candida. É importante destacar o papel da microbiota intestinal para proliferação da candidíase, uma vez que a microbiota do intestino impacta diretamente a microbiota e a saúde urogenital feminina, assim como no sistema imunológico.

Entretanto, consumir alguns alimentos podem auxiliar na prevenção da candidíase, como alho fresco, rico em alicina que possui ação antifúngica e antioxidante; óleos de cravo e orégano, que apresentaram resultados semelhantes aos medicamentos usados no tratamento da candidíase, podendo ser alternativas não farmacológicas; e os pré e probióticos, que contribuem para modulação da microbiota intestinal, diminuindo as chances de instalação de patógenos.

Portanto, uma alimentação saudável, com controlo adequado da carga glicémica e, que combine alimentos com atividade antifúngica, anti-inflamatória, ricos em antioxidantes e com nutrientes que potencialize a imunidade, com ômegas, vitamina C, do complexo B, vitamina A e zinco, além do consumo de probióticos, apoia a prevenção de doenças e infeções como a candidíase, melhora a qualidade da microbiota intestinal e mantém o pH da vagina equilibrado. Assim, pode-se evitar a proliferação excessiva dos fungos Candida albicans.

É comum ver que pessoas que dormem pouco tendem a ter maior fome ao longo do dia. De forma resumida, como a restrição do sono pode contribuir para o ganho de peso:

  1. A restrição de sono leva ao aumento do tempo acordado, que por sua vez, aumenta a oportunidade de ingerir calorias e favorece o ganho de peso.
  2. A restrição de sono aumenta a fadiga e, portanto, a diminuição da prática de atividade física e favorece o ganho de peso.
  3. A restrição de sono promove a diminuição da hormona de saciedade, a leptina, e um aumento da hormona grelina, que gera sensação de fome e pode favorecer o aumento de peso.
  4. A restrição de sono também aumenta a sinalização hedónica da ingestão de alimentação, ou seja, a busca da comida exclusivamente por prazer, o que propicia o aumento da ingestão de calorias e favorece o ganho de peso.

Incluir alimentos, chás ou suplementos que disponham de magnésio, triptofano, 5-HTP, melatonina, passiflora, contribuirá para que obtenha um sono de qualidade e reparador. Adequar esses nutrientes, assim como o estilo de vida, são fundamentais para quem tem dificuldades em perder peso. Um nutricionista tem as ferramentas necessárias para o ajudar.

Não existe um suplemento bom que supere uma má dieta. Não existem atalhos. O que faz emagrecer é o balanço energético negativo, ou seja, gastar mais calorias do que consome.

Na prática, pode-se aderir a um plano alimentar calculado e levemente restrito em calorias. Nesse caso, é fundamental que encontres um nutricionista que elabore um plano alimentar personalizado à sua rotina, às suas características individuais e aos seus objetivos, uma vez que os planos alimentares generalizados podem não ser eficientes na maior parte das vezes.

Por exemplo, um indivíduo pode precisar de 2000 calorias diárias para emagrecer, enquanto esse mesmo valor poderá contribuir para o ganho de peso em outra pessoa. Tão importante, é a inclusão de exercícios físicos regulares, pois potencializará o gasto calórico e favorecerá o emagrecimento.

É fundamental valorizar a individualidade de cada um, por isso, não hesite em visitar um nutricionista se estiver à procura de um emagrecimento sustentável e efetivo.

Em primeiro lugar, é preciso saber diferenciar a retenção hídrica da gordura. Há 3 principais causas da retenção hídrica de caráter estético.

A primeira é o nível elevado de cortisol, que pode acontecer por um estilo de vida stressante e também por restrições calóricas prolongadas ou por excesso de exercícios aeróbios. Nesse caso, é importante tornar o seu estilo de vida mais calmo, assim como evitar dietas muitos restritivas e a prática abusiva e por longas horas de exercício aeróbio.

A segunda causa é o desequilíbrio de sódio e potássio, com aumento de sódio, facilmente encontrado em produtos industrializados, e a diminuição de potássio nas células, mineral abundante nas frutas e vegetais. Nesse caso, sugere-se aumentar a ingestão de frutas, legumes e verduras e reduzir a ingestão de sal e produtos ultraprocessados.

A terceira causa é a desidratação. A diminuição da ingestão de água promove o aumento da liberação de hormonas como a vasopressina e a aldosterona, capazes de promoverem a retenção hídrica. Portanto, ao contrário do que muitos pensam, a ingestão de água é crucial para diminuir a retenção.

Por fim, existe alguns chás capazes de auxiliar na diminuição do inchaço causado pela retenção de líquidos, são eles os chás diuréticos, como hibisco e cavalinha, entretanto, nada substitui uma visita ao nutricionista para melhor compreensão das possíveis causas do inchaço e para elaboração de um plano alimentar adaptado e personalizado aos seus objetivos e rotina.

Pediatria

O Pediatra é o médico especialista no acompanhamento da saúde da criança e do adolescente (em Portugal é até aos 18 anos). 

Encontra-se disponível para atendimento em caso de doença aguda ligeira a grave, seguimento perante patologia crónica, dúvidas parentais e nas idades estabelecidas pelo Programa de Saúde Infantil e Juvenil, momentos chave para acompanhar o crescimento e desenvolvimento, promover hábitos saudável, antecipar problema e detectar desvio da normalidade: após o nascimento, 1º, 2º, 4º, 6º, 9º, 12º, 15º e 18º meses de vida, depois anualmente até aos 6 anos e a cada dois anos até perfazer os 18 anos.

Puericultura/dúvidas parentais, Prematuridade, Vacinação, Rastreios, Diversificação alimentar e abordagem dietética até idade adulta, Crescimento (peso, estatura e perímetro cefálico até aos 2 anos), Desenvolvimento psico-motor (aquisição de competências), Hábitos de sono, Suplementação vitamínica, Higiene Dentária, Acidentes e segurança, Atividade Desportiva, Adaptação à escola, Dificuldade de aprendizagem, Puberdade/Sexualidade, Obesidade, Hipertensão arterial, Dislipidemia, Seguimento de outras doença crónica, Abordagem inicial de conflitos familiares/ansiedade/alterações do comportamento. 

A consulta de Fisioterapia Pediátrica deverá ser realizada logo após o nascimento.

Esta consulta centra-se na avaliação do bebé/criança como um todo, de forma a conseguir perceber possíveis disfunções que possam surgir na vida futura e/ou alertar os pais para sinais de alerta que devem ter em conta desde o nascimento.

Assim, é fundamental compreender que antes, durante e no pós-parto, podem ocorrer diferentes complicações, tais como: prematuridade, mau posicionamento intra-uterino, partos instrumentalizados com utilização de ventosas ou forceps, pouca estimulação durante os primeiros meses de vida, que condicionem ou predisponham a algumas alterações funcionais no bebé.

As particularidades anatómicas do bebé (até por volta dos 2 anos de idade), alterações sobre a estrutura neuro-musculo-esquelética ou dificuldades no neurodesenvolvimento, podem provocar diferentes tipos de problemas nos bebés, tais como:

  • Problemas respiratórios recorrentes,
  • Otites de repetição
  • Dificuldade na amamentação,
  • Cólicas, Refluxo Gastroesofágico, Obstipação,
  • Torcicolos ou preferência para rodar cabeça para um lado.
  • Deformidades cranianas (plagiocefalia,…)
  • Obstrução do canal lacrimal.
  • Displasia de anca, Pé boto,
  • Atrasos no desenvolvimento psicomotor normal,
  • Irritabilidade e choro constante.

​​Nesta consulta, a família será o elemento-chave quer na prevenção, quer no tratamento do bebé/criança.

O Ensino e educação aos pais fazem parte do nosso tratamento integrado e adaptado às necessidades de cada família.

Siga-nos nas redes sociais